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UNE lança a Jornada de Lutas em Defesa da Educação
O anúncio foi feito durante a 1ª reunião de diretoria plena e contou com o apoio de diversas entidades ligadas à Educação
A UNE lançou na última quinta-feira, 24/01, a Jornada de Lutas em Defesa da Educação, que este ano vai acontecer entre os dias 24 e 28 de março. O anúncio ocorreu durante a abertura da 1ª reunião de diretoria plena, no auditório Teotônio Vilela, na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, e contou com o apoio de diversas entidades ligadas à Educação.
Participaram da mesa de debates sobre o tema, Maria Clotilde Lemos Petta, secretária de comunicação do CONTEE, Antônio Carlos Spis, representante da CUT e da CMS, Soninha, da Marcha Mundial de Mulheres; Paulo Rizzo, presidente do Andes; Vera Miranda, da Fasubra Sindical; Roberto Leão, presidente da CNTE; Nivaldo Santana, vice-presidente da CTB; Edson França, da Unegro; Ismael Cardoso, presidente da UBES; Rosina Conceição, da UBM; e Bartíria Perpétua Lima da Costa, da CONAM.
Dando início ao encontro, a presidente da UNE, Lúcia Stumpf ressaltou a importância do apoio das diversas entidades presentes, e da união de todos na defesa de mais verbas para educação e por um ensino gratuito, de qualidade e para todos. Lúcia também destacou que a jornada vai percorrer todos os estados do Brasil, e este ano, irá homenagear os 40 anos de morte do estudante Edson Luis, assassinado no Rio de Janeiro, em 1968, durante manifestação contra o fechamento do restaurante estudantil Calabouço.
A necessidade da unificação dos movimentos sociais em torno das bandeiras históricas e a importância da educação como principal ferramenta de mudança da sociedade foram os grandes destaques da mesa. A secretária de comunicação do CONTEE, Maria Clotilde, parabenizou a UNE pela iniciativa da reunião e agradeceu o apoio na campanha "Educação não é mercadoria".
Encerrando o debate, o presidentes da UBES, Ismael Cardoso, também afirmou aos convidados e estudantes presentes que é preciso haver uma luta unificada por uma reforma geral da educação como forma de mudar o País. Segundo ele, a mobilização nas ruas é fundamental para que essas iniciativas ganhem força. "Precisamos politizar nossas mobilizações, fazer debates, manifestações e jornadas de luta para denunciar essa direita safada e ainda tão poderosa que existe no Brasil", disse Ismael.
Da Redação
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